domingo, 17 de abril de 2011

romã

Terça-feira, Dezembro 14, 2010

Suco de romã pode frear metástase de câncer de próstata

Componentes químicos do suco da romã também poderiam ser usados em outros tipos de câncer
Pesquisadores da Universidade Riverside, da Califórnia, identificaram componentes no suco de romã que podem inibir os movimento de células cancerosas e a metástase do câncer de próstata. A descoberta, diz Manuela Martins-Green, uma das pesquisadoras, pode ainda ter impacto no tratamento de outros tipos de câncer. Quando o câncer de próstata reaparece no paciente depois de tratamentos como cirurgia e/ou radiação, geralmente o próximo passo é a supressão do hormônio masculino testosterona, um tratamento que inibe o crescimento das células cancerosas, pois elas precisam do hormônio para crescer. Mas, com o tempo, o câncer desenvolve formas de resistir também a esse tratamento, se transforma em um câncer muito agressivo e sua metástase ataca a medula óssea, pulmões, nódulos linfáticos e geralmente resulta na morte do paciente. O laboratório americano aplicou o suco de romã em células de câncer de próstata cultivadas em laboratório que já eram resistentes à testosterona - quanto mais resistente à testosterona uma célula cancerosa é, maior é a sua tendência à metástase. Os pesquisadores então descobriram que as células tratadas com o suco de romã que não morreram com o tratamento mostraram uma maior adesão, o que significa que menos células se separavam, e também queda na movimentação dessas células. Em seguida os pesquisadores identificaram os grupos ativos de ingrediente no suco de romã que tiveram impacto molecular na adesão das células e na migração de células cancerosas no câncer de próstata já em estado de metástase. "Depois de identificá-los, agora podemos modificar os componentes inibidores do câncer no suco de romã para melhorar suas funções e fazer com que eles sejam mais eficazes na prevenção da metástase do câncer de próstata, levando a terapias com remédios mais eficazes", disse Manuela Martins-Green. Outros tipos de câncer A pesquisadora afirma que a descoberta pode ter impacto no tratamento de outros tipos de câncer. "Devido (ao fato de) os genes e proteínas envolvidas no movimento das células de câncer de próstata serem essencialmente os mesmos que os envolvidos no movimento de células em outros tipos de câncer, os mesmos componentes modificados do suco poderão ter um impacto muito mais amplo no tratamento do câncer", afirmou. Manuela Martins-Green explicou ainda que uma proteína importante produzida na medula óssea leva as células cancerosas a se mover para a medula onde elas poderão formar novos tumores. "Mostramos que o suco de romã inibe a função dessa proteína e, assim, esse suco tem o potencial de evitar a metástase das células do câncer de próstata para a medula", disse. Os próximos planos da pesquisadora são fazer testes adicionais em um organismo vivo com câncer de próstata em em fase de metástase para determinar se os mesmos componentes que foram eficazes nas células cultivadas em laboratório poderão evitar a metástase sem efeitos colaterais.
BBC
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quarta-feira, 13 de abril de 2011

Notícias

13 de Abril de 2011 - 0h48

39 anos depois ainda há combatentes desaparecidos no Araguaia

Em 12 de abril de 1972 começou um dos episódios mais violentos envolvendo a ditadura militar iniciada no Brasil em 1964. Foi nesta data, que o Exército chegou à região de Xambioá, no norte de Goiás, hoje Tocantins para sufocar a resistência armada a ditadura organizada pelo PCdoB.

Os ataques aos combatentes do Araguaia duraram cerca de três anos, sendo necessárias três grandes campanhas dos militares para pôr fim à guerrilha, o que só aconteceu em dezembro de 1974. A repressão resultou em prisões, mortes e cerca de 70 guerrilheiros desaparecidos até hoje.

Segundo Haroldo Lima, diretor-geral da Agência Nacional do Petróleo (ANP), em 12 de abril começaram os conflitos, mas os movimentos, a preparação da guerrilha começou em 1966. “A ideia do partido na época, partiu do suposto de que todos os espaços de debates não armados existentes na sociedade brasileira - espaços políticos de oposição e de contestação ao regime limitar estavam fechados. Então só nos restou o enfrentamento armado. Dentro disso, nós optamos pelo caminho chamado guerra popular, que era de utilizar os caminhos de mais difícil acesso, onde as nossas forças pudessem se destacar, onde as forças do adversário ficariam imobilizadas, que é a região de mata do Brasil. Nesta região, nós imaginávamos que os grandes efetivos do Exército, tipo tanque, metralhadoras pesadas e aviões não poderiam ser usados. Assim eles precisariam entrar na mata, o que os tornariam mais enfrentáveis, digamos assim. Por essa razão nós fomos para a região do Araguaia”, explica o comunista.

“A nossa ideia era de desenvolvermos um trabalho junto ao povo, quando este trabalho já tivesse suficientemente amadurecido, já estivéssemos construído bases popular de resistência política, um elevado nível de conscientização deste povo, de organização deste povo e de que o próprio PCdoB tivesse bastante conhecimento, ai sim, nós imaginamos, que em isso acontecendo, imediatamente nós seríamos atacados e aí resistiríamos. Este que era o plano geral da Guerrilha do Araguaia. O que aconteceu foi que o Exército descobriu os nossos preparativos antes deles estarem completos, mas já estavam suficientemente desenvolvido a ponto de nós optarmos por resistir. E aí nós resistimos e o conflito se desenvolveu por mais ou menos três anos, obrigando o Exército Brasileiro a fazer três grandes incursões a área, a maior mobilização de campo já efetuada no país desde a Guerra do Paraguai, o que mostra que era uma resistência de envergadura”, lembra o presidente da ANP.

Momento importante

Para Haroldo Lima, entretanto, a guerrilha cometeu alguns erros. “Em nossa opinião, o maior erro aconteceu depois da segunda campanha, quando ela venceu a segunda campanha. Pois o objetivo do Exército era aniquilar os guerrilheiros e ele não conseguiu, nem na primeira, nem na segunda campanha, então nós vencemos. Entre a segunda e a terceira campanha, nós deveríamos ter percebido que eles viriam com mais força. A tática de guerrilha pedia que nós saíssemos daquela área, o que nós não fizemos, então quando a terceira campanha chegou, eles vieram com uma grande violência e brutalidade sobre nós, com os instrumentos desleais e ilegítimos, com prisões e todo tipo de tortura que você possa imaginar, com mortes, inclusive em corte da cabeça de guerrilheiros. No final, depois de algum tempo a guerrilha do Araguaia foi aniquilada”, disse.

“O que nós consideramos é de que a guerrilha do Araguaia contribuiu muito para o processo de finalização daquele processo de ditadura militar que existia naqueles dias. Não no sentido de derrotou a ditadura, porque isso não aconteceu, mas ela deu a sinalização para o regime militar de que eles venceram aquela resistência, mas venceram a um preço elevado. Passaram três anos para vencer aquilo e venceram, jogando o Exército em uma verdadeira guerra suja. Isso tudo era a indicação de que outras frentes começariam a aparecer e ele então resolveram desmontar aquele esquema deles, levando em conta também que os movimentos de resistência na cidade cresceram bastante”, ressaltou Lima.

“Hoje ao examinarmos o Araguaia, consideramos que foi um grande momento de glória do nosso partido. Mostrou que o nosso partido é um partido de luta, é um partido aguerrido, que em situação de extrema dificuldade está ao lado do povo em defesa da sua liberdade, da sua independência, para a construção da sua soberania. Nem que isto custe a vida da gente, nem que custe sacrificar-mos. Este é um ato de grande heroísmo. Este hoje é um dos feitos que mostra a identificação com o Brasil do Partido Comunista que dirigiu aquela guerrilha”, afirma Haroldo, que participou da resistência ao regime do militar, preso e torturado.

Desaparecidos

Para Lima, o processo de democratização do Brasil só será completo quando o Estado esclarecer o que aconteceu com os combatentes presos, mortos e torturados no Araguaia. “Acho que é uma debilidade do processo de democratização do Brasil. Nós ainda não tivemos forças para levar o governo a perceber que esta pagina da história da resistência armada, em particular da Guerrilha do Araguaia, é uma página que ainda não está virada. Que há uma lacuna que precisa ser preenchida. É preciso esclarecer o que aconteceu com os guerrilheiros, onde estão seus corpos. Esta é uma verdade que precisa ser esclarecida”, argumenta.

Esta opinião é compartilhada por Diva Santana, que até hoje busca saber o que aconteceu com a irmã Dinaelza Santana Coqueiro, uma das desaparecidas no Araguaia. “A falta de informações sobre o que de fato aconteceu e a dificuldade de acessar os documentos militares mostra que ainda estamos em um processo de construção da democracia no Brasil. Afinal, não há democracia se eu não tenho o direito de acessar os documentos que contam a história da vida de minha irmã. Isto mostra que estamos em eterno processo de construção desta democracia. Eu acho que a gente tem ainda que viver outros 25 anos para alcançar a plena democracia, que só é possível com o pleno acesso à verdade”, acrescenta a dirigente do Grupo Tortura Nunca Mais.

Para Diva, a criação da Comissão da Verdade, que tramita no Congresso Nacional só será válida se esclarecer todos os fatos envolvendo a ditadura militar. “Em minha opinião, a Comissão só será de verdade mesmo se esclarecer o que aconteceu, em que circunstância e onde estão os guerrilheiros.Como foram mortos? onde estão seus corpos? Porque a nação brasileira precisa saber o que aconteceu. Porque ao nos calarmos diante de fatos como estes, nós estamos patrocinando que hoje aconteça a mesma coisa. Assim é o caso da tortura, quem torturou e não foi punido. Hoje continua a mesma coisa. Então a Comissão da Verdade só será valida se esclarecer todas as coisas obscuras no regime militar. Eles torturaram, ocultaram cadáveres e até hoje não dizem, não falam e não mostram nenhum documento sobre isso”, concluiu Diva prestando uma homenagem a todos os combatentes do Araguaia.

De Salvador,
Eliane Costa

sexta-feira, 8 de abril de 2011

como se forma uma tsuname !

 

         Meu desejo, é que as pessoas vejam os projetos militares e economicos das potencias mundiais, diga-se,  estados unidos e união europeia,principalmente.

E possam todos analizar os acontecimentos climaticos e a nossa fragilidade, diante da ganacia, e intolerancia capitalista e ou imperialistas.

 

Tsunami

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
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Um tsunami (em japonês: 津波, lit. "onda de porto") ou maremoto (do latim: mare, mar + motus, movimento) é uma série de ondas de água causada pelo deslocamento de um grande volume de um corpo de água, como um oceano ou um grande lago. Tsunamis são uma ocorrência frequente no Oceano Pacífico; aproximadamente 195 eventos desse tipo foram registrados.[1] Devido aos imensos volumes de água e energia envolvidos, tsunamis podem devastar regiões costeiras.
Terremotos, erupções vulcânicas e outras explosões submarinas (detonações de artefatos nucleares no mar), deslizamentos de terra e outros movimentos de massa, impactos bólidos, e outros distúrbios acima ou abaixo da água têm o potencial para gerar um tsunami.
O historiador grego Tucídides foi o primeiro a relacionar tsunami a terremotos submarinos,[2][3] mas a compreensão da natureza do tsunami permaneceu escassa até o século XX e ainda é objeto de pesquisa. Muitos textos antigos geológicos, geográficos e oceanográficos referem-se a tsunamis como "ondas sísmicas do mar".
Algumas condições meteorológicas, tais como depressões profundas que provocam ciclones tropicais, pode gerar uma tempestade, chamada meteotsunami, o que pode elevar as marés a vários metros acima do nível normal. O deslocamento vem da baixa pressão atmosférica no centro da depressão. Essas tempestades atingem a costa, o que pode assemelhar-se (embora não o são) a tsunamis, inundando vastas áreas de terra. Uma onda desse tipo inundou a Birmânia (Myanmar), em maio de 2008.

Índice

[esconder]

[editar] Etimologia

O termo "tsunami" provém do japonês, significa "porto" (tsu, 津) e "onda" (nami, 波).[4]
Tsunamis são muitas vezes referidos como ondas de maré. Nos últimos anos, este termo caiu em desuso, especialmente na comunidade científica, porque tsunami realmente nada têm a ver com as marés. O termo outrora popular deriva de sua aparência mais comum, que é a de um macaréu extraordinariamente alto. Tsunamis e marés produzem ondas de água que se movem em terra, mas no caso do tsunami o movimento da água em terra é muito maior e dura por um longo período, dando a impressão de uma maré extremamente alta.
Existem apenas algumas outras línguas que têm uma palavra nativa para esse tipo de onda. Na língua tamil, a palavra é aazhi peralai. Na língua achém é ië beuna ou alôn buluëk[5] (Dependendo do dialeto. Note que na língua austronésia tagalo, uma língua importante nas Filipinas, alon significa "onda"). Na ilha Simeulue, fora da costa ocidental de Sumatra, na Indonésia, na língua defayan a palavra é semong, enquanto na língua sigulai é emong.[6]

[editar] Causas

A maioria dos tsunamis são gerados por terremotos submarinos (legendas em inglês).
Um tsunami pode ser gerado quando os limites de placas tectônicas convergentes ou destrutivas movem-se abruptamente e deslocam verticalmente a água sobrejacente. É muito improvável que esses movimentos podem formar-se em limites divergentes (construtivo) ou conservativos das placas tectônicas. Isso ocorre porque os limites construtivos ou conservadores em geral não perturbam o deslocamento vertical da coluna de água. Terremotos relacionados a zona de subducção geram a maioria dos tsunamis.
Tsunamis têm uma pequena amplitude (altura da onda) em alto mar e um comprimento de onda muito longo (muitas vezes centenas de quilômetros de comprimento), sendo por isso que geralmente passam despercebidos no mar, formando apenas uma ligeira ondulação de normalmente cerca de 300 milímetros (12 pol) acima do normal superfície do mar. Eles crescem em altura quando atingem águas mais rasas, em um processo de empolamento da onda descrito abaixo. Um tsunami pode ocorrer em qualquer estado de maré e até mesmo na maré baixa ainda pode inundar áreas costeiras.
Em 1 de abril de 1946, um terremoto de magnitude 7,8 (escala Richter) ocorreu perto das Ilhas Aleutas, no Alasca, Estados Unidos. Isso gerou um tsunami com 14 metros de altura que inundou Hilo, na ilha do Havaí. A área onde o terremoto ocorreu no oceano Pacífico é zona de subducção abaixo do Alaska.
Exemplos de tsunami em locais fora dos limites convergentes incluem Storegga há cerca de 8.000 anos atrás, Grandes Bancos em 1929, Papua Nova Guiné em 1998 (Tappin, 2001). Os tsunamis de Papua Nova Guiné e dos Grandes Bancos vieram de terremotos desestabilizaram os sedimentos, forçando-os a fluir para o oceano e gerar um tsunami. Eles se dissipou antes de atravessar distâncias transoceânicas.
A causa da falha de sedimentos Storegga é desconhecida. As possibilidades incluem uma sobrecarga dos sedimentos, um terremoto ou uma versão de hidratos de gás (metano, etc)
O terremoto de Valdivia de 1960 (Mw 9,5), o terremoto do Alasca de 1964 (Mw 9,2), e o terremoto do Índico de 2004 (Mw 9,2), são exemplos recentes de terremotos poderosos que geraram tsunamis (conhecido como teletsunamis), que podem atravessar oceanos inteiros. Terremotos menores (Mw 4,2) no Japão podem provocar maremotos (chamados tsunamis locais e regionais) que só podem devastar as costas nas proximidades, mas pode fazê-lo em apenas alguns minutos.
Em 1950, foi colocada a hipótese de que tsunamis maiores do que anteriormente se acreditava possível podem ser causados por deslizamentos de terra, erupções vulcânicas explosivas (por exemplo, Santorini e Krakatoa) e eventos de impacto quando em contato com a água. Esses fenômenos deslocam rapidamente grandes volumes de água, como a energia da queda de detritos ou expansão das transferências para a água a uma taxa mais rápida do que a água pode absorver. A mídia costuma chamar esses eventos de megatsunamis.
Tsunamis causados por esses mecanismos, ao contrário da tsunami transoceânico, podem se dissipar rapidamente e raramente afetam costas distantes, devido à pequena área de mar afetada. Estes acontecimentos podem dar origem a ondas de choque locais muito maiores (sóliton), tais como o deslizamento de terra na Baía Lituya, no Alasca em 1958, que produziu uma onda com um pico inicial estimado em 524 metros. No entanto, um deslizamento de terra muito grande pode gerar um megatsunami que pode percorrer distâncias transoceânicas, embora não haja evidências geológicas para apoiar esta hipótese.

[editar] Tsunamis gerados por terremotos

Um terremoto pode gerar um tsunami se o tremor:
  • Ocorrer logo abaixo de um corpo de água,
  • For de magnitude moderada ou alta, e
  • Deslocar um volume bastante grande de água.

[editar] Características

Quando a onda entra em águas rasas, ela diminui e sua amplitude (altura) aumenta.
As ondas geradas por ventos corriqueiros e ondas de gravidade têm um comprimento de onda (comprimento entre as cristas) de cerca de 100 metros e uma altura de alguns centímetros. Entretanto, um tsunami em alto mar tem um comprimento de onda de cerca de 200 km. Essa onda pode viajar a mais de 800 km/h, mas devido ao seu grande comprimento de onda, seu período (intervalo de tempo entre a passagem de uma crista e outra no mesmo local) pode durar de 20 a 30 minutos, e a amplitude de onda pode não passar de um metro.[7] Isso torna difícil a detecção de tsunamis em águas profundas. Navios raramente notam a sua passagem.
À medida que o tsunami se aproxima da costa e as águas se tornam rasas, o empolamento da onda comprime a própria onda e sua velocidade diminui para menos de 80 km/h. Seu comprimento de onda diminui para menos de 20 km e sua amplitude cresce significativamente, produzindo uma onda claramente visível. Com o advento do tsunami sobre águas cada vez mais rasas, a velocidade da onda diminui gradativamente, podendo desacelerar para menos de 20 km/h. Seu comprimento de onda pode diminuir para apenas alguns metros e sua amplitude pode alcançar mais de 10 metros; a altura da onda pode variar dependendo da intensidade do tsunami e do relevo da plataforma continental. Exceto para os tsunamis muito grandes, a onda, ao se aproximar, não quebra, mas assemelha-se a um macaréu de grande velocidade.[8] A variação da profundidade da plataforma continental pode alterar a altura da onda. Nas baías abertas e zonas costeiras adjacentes às águas profundas, onde há uma plataforma continental relativamente estreita, a altura do tsunami pode aumentar consideravelmente.
O aumento do nível das águas causado pelo tsunami é medido em metros acima do nível do mar.[8] Um grande tsunami pode apresentar uma sequência de várias ondas que chegam durante um período de minutos a horas, sendo que o tempo entre uma onda e outra pode variar significativamente. A primeira onda a chegar à praia pode não trazer um significativo aumento do nível das águas,[9] pois esta perde energia ao encontrar com águas mais rasas. As ondas subsequentes são beneficiadas pelo aumento do nível do mar, podendo alcançar com mais impacto as regiões costeiras.
Cerca de 80% dos tsunamis ocorrem no Oceano Pacífico, mas podem acontecer em qualquer grande massa de água, incluindo lagos. Além dos terremotos, os tsunmis podem ser causados por deslizamentos de terra, explosões vulcânicas e bólidos.

[editar] História

Samoa tsunami animation 20090929 samoa a.ogv
O tsunami de Samoa em setembro de 2009.
Uma praia devastada em Chennai após o terremoto do Índico de 2004.
Animação exemplificativa do Tsunami do Índico, em 2004.
Embora os tsunamis ocorram mais freqüentemente no Oceano Pacífico, podem ocorrer em qualquer lugar. Existem muitas descrições antigas de ondas repentinas e catastróficas, particularmente em torno no Mar Mediterrâneo. Milhares de portugueses que sobreviveram ao grande terremoto de Lisboa de 1755 foram mortos por um tsunami que se seguiu poucos minutos depois. Antes da grande onda atingir, as águas do porto retrocederam, revelando carregamentos perdidos e naufrágios abandonados. No Atlântico Norte, o Storegga Slide tem a maior incidência.

[editar] Santorini

Estima-se que teria ocorrido entre 1650 e 1600 a.C. uma violenta erupção vulcânica na ilha grega de Santorini. Este fenómeno devastador levou à formação de um tsunami cuja altura máxima teria oscilado entre os 100 e os 150 metros. Como resultado deste tsunami, a costa norte da ilha de Creta foi devastada até 70 km da mesma. Aquela onda teria certamente eliminado a grande maioria da população minóica que habitava ao longo da zona norte da ilha.

[editar] A explosão do Krakatoa

A ilha-vulcão de Krakatoa, na Indonésia, explodiu com fúria devastadora em 1883. Várias ondas tsunami geraram-se a partir da explosão, algumas atingindo os 40 metros acima do nível do mar. Foram observadas ao longo do Oceano Índico e Pacífico, na costa ocidental dos Estados Unidos, América do Sul, e mesmo perto do Canal da Mancha. Nas costas das ilhas de Java e Sumatra, a inundação entrou vários quilômetros adentro, causando inúmeras vítimas, o que influenciou a desistência da população em reabitar a costa, e subsequente êxodo para a selva. Actualmente, esta zona é designada por reserva natural Ujung Kulon. O vulcão se desintegrou totalmente e, desde 1927, no mesmo local do Krakatoa, surgiu o Anak Krakatau (filho de Krakatoa), que cresce cerca de cinco metros por ano, hoje alcançando 800 metros de altura e freqüentemente ativo.[10] Suas ondas destruíram toda a vila que havia ali perto bem como o farol que orientava os navegantes, restando apenas sua base. A 50 metros dali, um novo farol foi construído.

[editar] 22 de Maio de 1960: o tsunami chileno

O grande terremoto do Chile, o mais intenso terremoto já registrado,[11] ocorreu na costa sul-central do Chile, gerando um dos mais destrutivos tsunamis do século XX. Morreram por volta de 250 mil pessoas.

[editar] 12 de Julho de 1993: Hokkaido

Um devastador tsunami ocorreu na costa da ilha de Hokkaido, no Japão em 12 de Julho de 1993, como resultado de um terremoto, resultando na morte de 202 pessoas na ilha de Okushiri e no desaparecimento de um número indeterminado.
Muitas cidades ao redor do Oceano Pacífico, principalmente no Japão e Hawaii, possuem sistemas de alerta e evacuação em caso da ocorrência de tsunamis. Os tsunamis de origem vulcânica ou tectónica podem ser previstos pelos institutos sismológicos e o seu avanço pode ser monitorizado por satélites.

[editar] 26 de Dezembro de 2004: tsunami do Oceano Índico

O terremoto do Índico de 2004 disparou uma sequência de tsunamis fatais em 26 de Dezembro de 2004, com vítimas fatais relatadas em mais de 285.000. Após a tragédia, várias organizações de ajuda humanitária e governos de vários países disponibilizaram ajuda. A maior doação particular foi feita pela guru indiana Mata Amritanandamayi, também conhecida como "Amma", a grande mãe.

[editar] 11 de Março de 2011: tsunami do Japão

Ocorreu às 5:46 (UTC), 14:46 hora local, de 11 de março de 2011, que alcançou uma magnitude de 9,0 na escala sismológica de magnitude de momento (MW) e teve epicentro 130 km a leste de Sendai, no mar e ao largo da costa oriental da Região de Tohoku, na ilha de Honshu, Japão, e a 700 km da capital, Tóquio.[12] Trata-se do mais forte sismo a atingir o Japão nos últimos 140 anos.[13]

[editar] Outros tsunamis históricos

Data Magnitude Alt. máx. Mortes Local
2 de Setembro de 1992 7.2 10 m 170 Nicarágua
12 de Dezembro de 1992 7.5 26 m 1000 Ilha de Flores, Indonésia
12 de Julho de 1993 7.6 30 m 200 Hokaido, Japão
2 de Junho de 1994 7.2 14 m 220 Java, Indonésia
4 de Outubro de 1994 8.1 11 m 11 Ilhas Curilas
14 de Novembro de 1994 7.1 7 m 70 Mindoro
21 de Fevereiro de 1996 7.5 5 m 12 Peru
17 de Julho de 1998 7.0 15 m 2000 Nova Guiné
23 de Junho de 2001 8.3 5 m 50 Peru
Oceano Índico
26 de dezembro de 2004
9.0 10 m c. 230 000 Oceano Índico
Japão
11 de Março de 2011
9,0 10 m c. 1.600 Oceano Pacífico
Outros tsunamis ocorridos incluem os seguintes:
  • Um dos piores desastres com tsunamis arrasaram vilas inteiras ao longo de Sanriku, Japão, em 1896. Uma onda com uma altura de mais de sete andares afogou 26 mil pessoas. Mais de trinta mil pessoas morreram em Java durante um tsunami causado por uma erupção vulcânica no ano de 1883, quando a pequena ilha vizinha de Krakatoa explodiu seu vulcão interior.

[editar] Ameaças futuras

Em 2001, cientistas previram que uma futura erupção do instável vulcão Cumbre Vieja em La Palma (uma ilha das Ilhas Canárias) poderia causar um imenso deslizamento de terra para dentro do mar. Nesse potencial deslizamento de terra, a metade oeste da ilha (pesando provavelmente 500 bilhões de toneladas) iria catastroficamente deslizar para dentro do oceano. Esse deslizamento causaria uma megatsunami de cem metros que devastaria a costa da África noroeste, com uma tsunami de trinta a cinqüenta metros alcançando a costa leste da América do Norte muitas horas depois, causando devastação costeira em massa e a morte de prováveis milhões de pessoas. Especula-se também acerca da possibilidade de tal cataclisma atingir a costa norte brasileira, fato que desperta a preocupação de algumas autoridades, tendo em vista a inexistência de qualquer mecanismo de prevenção de tsunamis no Brasil.[14][15]

[editar] Ver também

O Commons possui uma categoria com multimídias sobre Tsunami

Referências

  1. ↑ http://www.answers.com/topic/tsunami tsunami
  2. ↑ Thucydides: “A History of the Peloponnesian War”, 3.89.1–4
  3. ↑ Smid, T. C.. 'Tsunamis' in Greek Literature. 2nd ed. [S.l.: s.n.], Apr., 1970. 100–104 p. vol. 17.
  4. ↑ [a. Jap. tsunami, tunami, f. tsu harbour + nami waves.—Oxford English Dictionary]
  5. ↑ http://www.acehrecoveryforum.org/en/index.php?action=ARFNews&no=73
  6. ↑ http://www.jtic.org/en/jtic/images/dlPDF/Lipi_CBDP/reports/SMGChapter3.pdf
  7. ↑ http://earthsci.org/education/teacher/basicgeol/tsumami/tsunami.html Tsunamis
  8. ↑ a b Life of a Tsunami. Western Coastal & Marine Geology. United States Geographical Survey (22 October 2008). Página visitada em 2009-09-09.
  9. ↑ Prof. Stephen A. Nelson (28-Jan-2009). Tsunami. Tulane University. Página visitada em 2009-09-09.
  10. ↑ Global Volcanism Program - Krakatau (em inglês)
  11. ↑ Historic Earthquakes - The Largest Earthquake in the World (em inglês)
  12. ↑ Magnitude 8.9 - NEAR THE EAST COAST OF HONSHU, JAPAN 2011 March 11 05:46:23 UTC (11-3-2011). Página visitada em 11-3-2011.
  13. ↑ publico.pt. Tsunami atinge Japão após sismo de magnitude 8.9. Página visitada em 11-3-2011.
  14. ↑ Wave.
  15. ↑ Tidal Wave. CNN.

[editar] Ligações externas

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A palavra "sustentabilidade", amplamente usada nos discursos, na propaganda e nos textos ambientalistas, � uma palavra-c�digo que significa simplesmente "destrui��o da civiliza��o industrial". [40 KB] — Artigo patrocinado
'Uma Verdade Inconveniente' — An�lise das Premissas do Document�rio Sobre o Aquecimento Global
A preocupa��o com o aquecimento global est� sendo promovida com o objetivo de convencer a todos que apenas um governo global, com poderes irrestritos, poder� 'resolver' os problemas que foram criados. O ex-vice-presidente americano Al Gore est� agora na linha de frente, advertindo acerca das horr�veis conseq��ncias que a humanidade sofrer� se o aquecimento global n�o for colocado sob controle. Verdadeiramente, este mundo est� no ponto planejado pelos autores dos Protocolos dos S�bios de Si�o: "Quando vier o nosso reinado, nossos oradores raciocinar�o sobre os grandes problemas que emocionaram a humanidade, para lev�-la afinal ao nosso regime salutar. Quem duvidar�, ent�o, que todos esses problemas foram inventados por n�s de acordo com um plano pol�tico que ningu�m adivinhou durante s�culos?" [Protocolo 13] [41 KB] — Artigo patrocinado
O Controle Mental por Meio das Ondas Eletromagn�ticas HAARP J� Existe e Est� Patenteado!
A possibilidade de controlar a mente e condicionar popula��es inteiras por meio de ondas eletromagn�ticas � absolutamente aterradora. [26 KB] — Artigo patrocinado
Est� a M�dia de Massa Esperando Que a Destrui��o dos EUA Ocorra em 2006?
Sabendo que os Illuminati gostam de telegrafar seus golpes lan�ando filmes de televis�o e do cinema antes de um evento realmente importante acontecer, achamos preocupante que a ind�stria do cinema planeje lan�ar tantos filmes e document�rios em 2006 cujo tema principal � a "destrui��o da Am�rica". [23 KB] — Artigo patrocinado
Sinais Sombrios: Ocorr�ncias Naturais Agora Imitam Filmes Recentes de Desastres
Se filmes como "O Dia Depois de Amanh�" e "10.5" foram usados para telegrafar os golpes vindouros, temos raz�o para preocupa��o. Os graves acontecimentos naturais recentes t�m semelhan�a com a base sobre a qual esses filmes foram criados! [29 KB] Artigo patrocinado
Terremoto no Paquist�o em 8/10/2005 Cont�m Assinatura Ocultista e Parece Estar Numericamente Vinculado com Outros Tremores Devastadores
Os poderosos terremotos recentes e aqueles que ainda est�o por vir trazem � mente a seguinte profecia b�blica referente ao fim dos tempos: "De todo cambalear� a terra como o �brio, e ser� movida e removida como a cho�a de noite; e a sua transgress�o se agravar� sobre ela, e cair�, e nunca mais se levantar�." [Isa�as 24:20] [16 KB]
Como os Furac�es Katrina, Of�lia e Rita Fizeram Avan�ar a Futura Ditadura — Assinaturas Ocultistas Provam Que as Tempestades Foram Planejadas Como Fases de um Mesmo Evento
Embora o furac�o Rita tenha enfraquecido e n�o tenha causado o n�vel de dano originalmente esperado, ele se uniu ao Katrina e ao Of�lia para fazer avan�ar a vindoura ditadura. O governo federal nos EUA se fortaleceu ap�s a ocorr�ncia desses tr�s furac�es. Al�m disso, pelo menos sete outros objetivos foram alcan�ados ou avan�ados. [23 KB]
Como Pode o Homem Controlar o Clima Se Deus Criou os C�us e a Terra e Reservou Essa Capacidade Para Si Mesmo?
A express�o "foi-lhe dado poder" aparece cinco vezes no Apocalipse referindo-se ao Anticristo — a chave para nossa compreens�o. [24 KB] Artigo patrocinado
Prova Final Conclusiva Que o Aquecimento Global Est� Sendo Causado Pelo Pr�prio Homem
Desta vez concordamos com os ambientalistas esquerdistas! A atividade humana EST� causando o aquecimento global, porque a atmosfera realmente est� se aquecendo. Divergimos dos ambientalistas sobre o que est� causando o aquecimento global e quem s�o os culpados. [43 KB] Artigo patrocinado
Terremoto no Ir� em 26/12/2003 e Maremoto no Sudoeste Asi�tico em 26/12/2004 Cont�m Assinaturas Ocultistas: Teriam Ambos Sido Provocados Pela Tecnologia dos Armamentos HAARP e/ou Escalares?
Quando voc� compreender os n�meros ocultistas e as caracter�sticas desses dois terremotos catastr�ficos, poder� determinar por si mesmo se ondas eletromagn�ticas produzidas pelos armamentos HAARP ou escalares podem ter sido usadas para induzi-los. As possibilidades s�o mais do que interessantes, s�o surpreendentes! [25 KB]
Uma Vis�o da Tecnologia do Armamento Escalar — Parte 2: O Alinhamento Prof�tico
Os pa�ses que j� dominam a tecnologia estrat�gica das armas escalares s�o exatamente aqueles que receberam um papel proeminente nas profecias b�blicas referentes ao fim dos tempos. Os EUA n�o podem ser identificados nessas profecias! [26 KB] Artigo patrocinado
Uma Vis�o da Tecnologia do Armamento Escalar — Parte 1: O Imperador Bush Est� Nu
Com os EUA envolvidos na guerra no Oriente M�dio, a realidade chocante � que suas for�as militares n�o possuem as armas mais poderosas no mundo hoje. Os russos dominaram a tecnologia das armas escalares mais de vinte anos atr�s e j� alcan�aram uma clara vantagem estrat�gica sobre o Ocidente. Assim, a quest�o �: Por que eles ainda n�o impuseram sua supremacia militar se suas for�as armadas t�m a capacidade inquestion�vel de tomar o controle do mundo? [50 KB] Artigo patrocinado
O Supervulc�o do Parque Yellowstone Pode J� Estar nos Est�gios Iniciais de Erup��o
Alguns sinais espec�ficos mostram que o supervulc�o do Yellowstone est� quase pronto para explodir novamente, tendo o potencial de destruir tudo em um raio de centenas de quil�metros. Ser� a erup��o desse supervulc�o o evento que desencadear� o terremoto arrasador que est� previsto para Los Angeles? [55 KB] Artigo patrocinado
O Furac�o Ivan Atinge Inicialmente as �reas das Reservas de N�cleo da Biodiversidade na Regi�o Costeira da Fl�rida, Segue as Reservas do N�cleo Mais ao Norte e Circunda �rea-Chave de Reserva de N�cleo na Regi�o Oeste da Carolina do Norte
O grande plano para essa seq��ncia de furac�es pode ser armar o cen�rio para uma confer�ncia internacional em que os participantes dar�o o "passo de f�" necess�rio para declarar que essas violentas tempestades s�o provas do "aquecimento global" para que planos ambientalistas radicais possam ser aprovados. Lembre-se que a express�o "Desenvolvimento Sustent�vel" � um c�digo que significa na verdade "Destrui��o da Atual Civiliza��o Industrial". [56 KB]
O Furac�o Charley Muda Abruptamente de Curso e Atinge �rea da Fl�rida Demarcada Como Esfera de Biodiversidade da ONU e Que Estar� Vedada Para Habita��o Humana
Exatamente como o furac�o Isabel atingiu uma importante �rea da biodiversidade da ONU no ano de 2003, o furac�o Charley tamb�m atingiu uma �rea da biodiversidade. Estaria o governo usando a capacidade de modificar o clima para convencer as pessoas que existem algumas �reas em que elas n�o poder�o mais viver? [42 KB]
O Plano da ONU de Designar �reas da Vida Selvagem Vedadas Para Qualquer Atividade Humana Est� Sendo Implementado Bem Debaixo dos Nossos Narizes — O Fim do Direito � Propriedade Privada
O retorno � vida selvagem implicar� no fim do direito � propriedade privada. Uma vez que esse plano esteja plenamente implementado, o governo dir� onde voc� ter� de morar, em que poder� trabalhar, se � que ter� o direito de viver! O controle do clima est� sendo usado especificamente como um instrumento para atingir esse objetivo. [44 KB] Artigo patrocinado
Cientistas Admitem a Possibilidade de Inunda��es nas �reas Costeiras Provocadas Por Ondas Gigantes, os Tsunamis
Grandes ondas, com conseq�entes inunda��es e destrui��es nas �reas costeiras, s�o um dos julgamentos de Deus no fim dos tempos. Nosso estudo tamb�m revela que os cientistas descobriram que a Terra realmente possui quatro cantos, como mencionado em Apocalipse 7:1! [37 KB] Artigo patrocinado
An�lise dos Julgamentos do Apocalipse Que Ser�o Derramados Sobre os �mpios: As Cat�strofes Naturais e Clim�ticas
O Desenvolvimento Sustent�vel e a Destrui��o da Civiliza��o Industrial — Parte 5 da S�rie: Neste artigo analisamos as muitas cat�strofes naturais e clim�ticas que ocorrer�o durante o Per�odo da Tribula��o e que ser�o usadas por Deus como instrumento de julgamento dos �mpios. O que precisamos observar, por�m, � que muitas dessas cat�strofes podem ser provocadas pelo pr�prio homem, por meio do armamento HAARP. [31 KB] Artigo patrocinado
A Base Teol�gica Ocultista Que Explica o �dio � Civiliza��o Industrial
O Desenvolvimento Sustent�vel e a Destrui��o da Civiliza��o Industrial — Parte 1 da s�rie: Para compreendermos como nossos l�deres podem odiar tanto a Civiliza��o Industrial que chegam a tomar medidas graduais para destrui-la, temos de come�ar pelo aspecto religioso — a religi�o do ocultismo. Lembre-se, os l�deres nacionais n�o controlam apenas as for�as armadas; controlam tamb�m as pol�ticas ambientais. [33 KB] Artigo patrocinado
A Planejada Destrui��o da Civiliza��o de Alta Entropia e da Economia N�o-Sustent�vel
Com um plano que cumprir� a profecia b�blica sobre a imposi��o da marca da Besta, os l�deres pol�ticos e espirituais da Nova Ordem Mundial visam a destrui��o da economia, da civiliza��o industrial e do nosso estilo de vida atual. [29 KB] Artigo patrocinado
"E o drag�o deu-lhe seu poder, e o seu trono, e grande poderio"
A B�blia fala claramente a respeito da ascens�o do Anticristo e seu subseq�ente dom�nio de todos os aspectos da vida na Terra. Por que a sociedade secular adorar� um rei-sacerdote? Qual � a fonte de seu poder? Ele realmente contornar� a soberania de Deus? A tecnologia moderna j� permite o controle das for�as da natureza, como as condi��es clim�ticas? Deus permitir� que as for�as do mal destruam sua cria��o? Essas e outras quest�es s�o discutidas neste artigo. [30 KB] — Artigo patrocinado
Uma Vis�o Tenebrosa da Tecnologia de Controle do Clima — O Armamento HAARP
Uma compreens�o b�sica sobre uma tecnologia que poder� ser utilizada pelo Anticristo para operar sinais e maravilhas e causar estupendas destrui��es durante a Tribula��o. [21 KB] Artigo patrocinado