Meu desejo, é que as pessoas vejam os projetos militares e economicos das potencias mundiais, diga-se, estados unidos e união europeia,principalmente.
E possam todos analizar os acontecimentos climaticos e a nossa fragilidade, diante da ganacia, e intolerancia capitalista e ou imperialistas.
Tsunami
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Nota: Se procura a banda desenhada/história em quadrinhos, veja Tsunami (Marvel).
Um
tsunami (em
japonês:
津波, lit. "onda de porto") ou
maremoto (do
latim:
mare, mar +
motus, movimento) é uma série de ondas de água causada pelo deslocamento de um grande
volume de um
corpo de água, como um
oceano ou um grande
lago. Tsunamis são uma ocorrência frequente no
Oceano Pacífico; aproximadamente 195 eventos desse tipo foram registrados.
[1] Devido aos imensos volumes de água e
energia envolvidos, tsunamis podem devastar regiões costeiras.
Terremotos,
erupções vulcânicas e outras explosões submarinas (detonações de
artefatos nucleares no mar),
deslizamentos de terra e outros movimentos de massa,
impactos bólidos, e outros distúrbios acima ou abaixo da água têm o potencial para gerar um tsunami.
O historiador
grego Tucídides foi o primeiro a relacionar tsunami a
terremotos submarinos,
[2][3] mas a compreensão da natureza do tsunami permaneceu escassa até o
século XX e ainda é objeto de pesquisa. Muitos textos antigos
geológicos,
geográficos e
oceanográficos referem-se a tsunamis como "
ondas sísmicas do mar".
Algumas condições meteorológicas, tais como depressões profundas que provocam
ciclones tropicais, pode gerar uma
tempestade, chamada
meteotsunami, o que pode elevar as
marés a vários metros acima do nível normal. O deslocamento vem da baixa
pressão atmosférica no centro da depressão. Essas tempestades atingem a costa, o que pode assemelhar-se (embora não o são) a tsunamis, inundando vastas áreas de terra. Uma onda desse tipo inundou a
Birmânia (
Myanmar), em maio de
2008.
[editar] Etimologia
O termo "
tsunami" provém do
japonês, significa "
porto" (tsu, 津) e "
onda" (nami, 波).
[4]
Tsunamis são muitas vezes referidos como
ondas de maré. Nos últimos anos, este termo caiu em desuso, especialmente na comunidade científica, porque tsunami realmente nada têm a ver com as
marés. O termo outrora popular deriva de sua aparência mais comum, que é a de um
macaréu extraordinariamente alto. Tsunamis e marés produzem ondas de água que se movem em terra, mas no caso do tsunami o movimento da água em terra é muito maior e dura por um longo período, dando a impressão de uma maré extremamente alta.
Existem apenas algumas outras línguas que têm uma palavra nativa para esse tipo de onda. Na
língua tamil, a palavra é
aazhi peralai. Na
língua achém é
ië beuna ou
alôn buluëk[5] (Dependendo do
dialeto. Note que na
língua austronésia tagalo, uma língua importante nas
Filipinas,
alon significa "onda"). Na ilha
Simeulue, fora da costa ocidental de
Sumatra, na
Indonésia, na
língua defayan a palavra é
semong, enquanto na
língua sigulai é
emong.
[6]
A maioria dos tsunamis são gerados por terremotos submarinos (legendas em
inglês).
Um tsunami pode ser gerado quando os limites de
placas tectônicas convergentes ou destrutivas movem-se abruptamente e deslocam verticalmente a água sobrejacente. É muito improvável que esses movimentos podem formar-se em limites divergentes (construtivo) ou conservativos das placas tectônicas. Isso ocorre porque os limites construtivos ou conservadores em geral não perturbam o deslocamento vertical da coluna de água.
Terremotos relacionados a
zona de subducção geram a maioria dos tsunamis.
Tsunamis têm uma pequena
amplitude (altura da onda) em
alto mar e um comprimento de onda muito longo (muitas vezes centenas de quilômetros de comprimento), sendo por isso que geralmente passam despercebidos no mar, formando apenas uma ligeira ondulação de normalmente cerca de 300
milímetros (12 pol) acima do normal superfície do mar. Eles crescem em altura quando atingem águas mais rasas, em um processo de
empolamento da onda descrito abaixo. Um tsunami pode ocorrer em qualquer estado de
maré e até mesmo na maré baixa ainda pode inundar áreas costeiras.
Em
1 de abril de
1946, um
terremoto de
magnitude 7,8 (
escala Richter) ocorreu perto das
Ilhas Aleutas, no
Alasca,
Estados Unidos. Isso gerou um tsunami com 14 metros de altura que inundou
Hilo, na ilha do
Havaí. A área onde o terremoto ocorreu no
oceano Pacífico é
zona de subducção abaixo do
Alaska.
Exemplos de tsunami em locais fora dos
limites convergentes incluem
Storegga há cerca de 8.000 anos atrás,
Grandes Bancos em
1929,
Papua Nova Guiné em
1998 (Tappin, 2001). Os tsunamis de Papua Nova Guiné e dos Grandes Bancos vieram de terremotos desestabilizaram os sedimentos, forçando-os a fluir para o oceano e gerar um tsunami. Eles se dissipou antes de atravessar distâncias transoceânicas.
A causa da falha de sedimentos Storegga é desconhecida. As possibilidades incluem uma sobrecarga dos sedimentos, um terremoto ou uma versão de
hidratos de gás (
metano, etc)
O
terremoto de Valdivia de 1960 (
Mw 9,5), o
terremoto do Alasca de 1964 (M
w 9,2), e o
terremoto do Índico de 2004 (M
w 9,2), são exemplos recentes de terremotos poderosos que geraram tsunamis (conhecido como
teletsunamis), que podem atravessar oceanos inteiros. Terremotos menores (M
w 4,2) no
Japão podem provocar maremotos (chamados
tsunamis locais e
regionais) que só podem devastar as costas nas proximidades, mas pode fazê-lo em apenas alguns minutos.
Em
1950, foi colocada a hipótese de que tsunamis maiores do que anteriormente se acreditava possível podem ser causados por
deslizamentos de terra, erupções vulcânicas explosivas (por exemplo,
Santorini e
Krakatoa) e
eventos de impacto quando em contato com a água. Esses fenômenos deslocam rapidamente grandes volumes de água, como a energia da queda de detritos ou expansão das transferências para a água a uma taxa mais rápida do que a água pode absorver. A mídia costuma chamar esses eventos de
megatsunamis.
Tsunamis causados por esses mecanismos, ao contrário da tsunami transoceânico, podem se dissipar rapidamente e raramente afetam costas distantes, devido à pequena área de mar afetada. Estes acontecimentos podem dar origem a
ondas de choque locais muito maiores (sóliton), tais como o deslizamento de terra na
Baía Lituya, no
Alasca em
1958, que produziu uma onda com um pico inicial estimado em 524
metros. No entanto, um deslizamento de terra muito grande pode gerar um
megatsunami que pode percorrer distâncias transoceânicas, embora não haja evidências geológicas para apoiar esta hipótese.
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Terremotos submarinos deslocam a crosta oceânica, empurrando a massa de água para cima
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Erupções vulcânicas injetam toneladas de lava no chão oceânico, gerando ondas devastadoras.
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Uma bolha de gás surge no fundo do oceano, com o mesmo efeito de uma explosão descomunal
[editar] Tsunamis gerados por terremotos
Um terremoto pode gerar um tsunami se o tremor:
- Ocorrer logo abaixo de um corpo de água,
- For de magnitude moderada ou alta, e
- Deslocar um volume bastante grande de água.
-
-
-
Placa de deslizamentos, causando
subsidência e liberando a energia na água.
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A energia liberada produz ondas de tsunami.
[editar] Características
Quando a onda entra em águas rasas, ela diminui e sua amplitude (altura) aumenta.
As
ondas geradas por ventos corriqueiros e ondas de gravidade têm um
comprimento de onda (comprimento entre as cristas) de cerca de 100
metros e uma
altura de alguns centímetros. Entretanto, um tsunami em alto mar tem um comprimento de onda de cerca de 200
km. Essa onda pode viajar a mais de 800
km/h, mas devido ao seu grande comprimento de onda, seu
período (intervalo de tempo entre a passagem de uma crista e outra no mesmo local) pode durar de 20 a 30 minutos, e a amplitude de onda pode não passar de um metro.
[7] Isso torna difícil a detecção de tsunamis em águas profundas. Navios raramente notam a sua passagem.
À medida que o tsunami se aproxima da costa e as águas se tornam rasas, o
empolamento da onda comprime a própria onda e sua velocidade diminui para menos de 80 km/h. Seu comprimento de onda diminui para menos de 20 km e sua amplitude cresce significativamente, produzindo uma onda claramente visível. Com o advento do tsunami sobre águas cada vez mais rasas, a velocidade da onda diminui gradativamente, podendo desacelerar para menos de 20 km/h. Seu comprimento de onda pode diminuir para apenas alguns metros e sua amplitude pode alcançar mais de 10 metros; a altura da onda pode variar dependendo da intensidade do tsunami e do relevo da plataforma continental. Exceto para os tsunamis muito grandes, a onda, ao se aproximar, não quebra, mas assemelha-se a um
macaréu de grande velocidade.
[8] A variação da profundidade da
plataforma continental pode alterar a altura da onda. Nas baías abertas e zonas costeiras adjacentes às águas profundas, onde há uma plataforma continental relativamente estreita, a altura do tsunami pode aumentar consideravelmente.
O aumento do nível das águas causado pelo tsunami é medido em metros acima do
nível do mar.
[8] Um grande tsunami pode apresentar uma sequência de várias ondas que chegam durante um período de minutos a horas, sendo que o tempo entre uma onda e outra pode variar significativamente. A primeira onda a chegar à praia pode não trazer um significativo aumento do nível das águas,
[9] pois esta perde energia ao encontrar com águas mais rasas. As ondas subsequentes são beneficiadas pelo aumento do nível do mar, podendo alcançar com mais impacto as regiões costeiras.
Cerca de 80% dos tsunamis ocorrem no
Oceano Pacífico, mas podem acontecer em qualquer grande massa de água, incluindo lagos. Além dos terremotos, os tsunmis podem ser causados por
deslizamentos de terra, explosões vulcânicas e bólidos.
-
Um declive menos acentuado na beira-mar faz as ondas perderem força, atenuando o tsunami.
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Uma maior profundidade na encosta joga as ondas para cima, amplificando a sua potência.
O tsunami de
Samoa em setembro de 2009.
Animação exemplificativa do Tsunami do Índico, em 2004.
Embora os tsunamis ocorram mais freqüentemente no
Oceano Pacífico, podem ocorrer em qualquer lugar. Existem muitas descrições antigas de ondas repentinas e catastróficas, particularmente em torno no
Mar Mediterrâneo. Milhares de portugueses que sobreviveram ao grande
terremoto de Lisboa de 1755 foram mortos por um tsunami que se seguiu poucos minutos depois. Antes da grande onda atingir, as águas do porto retrocederam, revelando carregamentos perdidos e naufrágios abandonados. No Atlântico Norte, o Storegga Slide tem a maior incidência.
Estima-se que teria ocorrido entre
1650 e
1600 a.C. uma violenta erupção vulcânica na ilha grega de
Santorini. Este fenómeno devastador levou à formação de um tsunami cuja altura máxima teria oscilado entre os 100 e os 150 metros. Como resultado deste tsunami, a costa norte da ilha de
Creta foi devastada até 70 km da mesma. Aquela onda teria certamente eliminado a grande maioria da população
minóica que habitava ao longo da zona norte da ilha.
[editar] A explosão do Krakatoa
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A ilha-
vulcão de
Krakatoa, na
Indonésia, explodiu com fúria devastadora em
1883. Várias ondas tsunami geraram-se a partir da explosão, algumas atingindo os 40 metros acima do
nível do mar. Foram observadas ao longo do
Oceano Índico e
Pacífico, na costa ocidental dos
Estados Unidos,
América do Sul, e mesmo perto do
Canal da Mancha. Nas costas das ilhas de
Java e
Sumatra, a inundação entrou vários quilômetros adentro, causando inúmeras vítimas, o que influenciou a desistência da população em reabitar a costa, e subsequente êxodo para a
selva. Actualmente, esta zona é designada por
reserva natural Ujung Kulon. O vulcão se desintegrou totalmente e, desde
1927, no mesmo local do
Krakatoa, surgiu o
Anak Krakatau (filho de Krakatoa), que cresce cerca de cinco metros por ano, hoje alcançando 800 metros de altura e freqüentemente ativo.
[10] Suas ondas destruíram toda a vila que havia ali perto bem como o farol que orientava os navegantes, restando apenas sua base. A 50 metros dali, um novo farol foi construído.
[editar] 22 de Maio de 1960: o tsunami chileno
O
grande terremoto do Chile, o mais intenso
terremoto já registrado,
[11] ocorreu na costa sul-central do
Chile, gerando um dos mais destrutivos
tsunamis do
século XX. Morreram por volta de 250 mil pessoas.
[editar] 12 de Julho de 1993: Hokkaido
Um devastador tsunami ocorreu na costa da ilha de
Hokkaido, no
Japão em
12 de Julho de
1993, como resultado de um
terremoto, resultando na morte de 202 pessoas na ilha de
Okushiri e no desaparecimento de um número indeterminado.
Muitas cidades ao redor do
Oceano Pacífico, principalmente no Japão e
Hawaii, possuem sistemas de alerta e evacuação em caso da ocorrência de tsunamis. Os tsunamis de origem
vulcânica ou
tectónica podem ser previstos pelos institutos sismológicos e o seu avanço pode ser monitorizado por
satélites.
[editar] 26 de Dezembro de 2004: tsunami do Oceano Índico
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O
terremoto do Índico de 2004 disparou uma sequência de tsunamis fatais em
26 de Dezembro de
2004, com vítimas fatais relatadas em mais de 285.000. Após a tragédia, várias organizações de ajuda humanitária e governos de vários países disponibilizaram ajuda. A maior doação particular foi feita pela
guru indiana
Mata Amritanandamayi, também conhecida como "Amma", a grande mãe.
[editar] 11 de Março de 2011: tsunami do Japão
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Ocorreu às 5:46 (
UTC), 14:46 hora local, de
11 de março de
2011, que alcançou uma magnitude de 9,0 na
escala sismológica de magnitude de momento (M
W) e teve epicentro 130 km a leste de
Sendai, no mar e ao largo da costa oriental da
Região de Tohoku, na ilha de
Honshu,
Japão, e a 700 km da capital,
Tóquio.
[12] Trata-se do mais forte sismo a atingir o Japão nos últimos 140 anos.
[13]
[editar] Outros tsunamis históricos
Outros tsunamis ocorridos incluem os seguintes:
- Um dos piores desastres com tsunamis arrasaram vilas inteiras ao longo de Sanriku, Japão, em 1896. Uma onda com uma altura de mais de sete andares afogou 26 mil pessoas. Mais de trinta mil pessoas morreram em Java durante um tsunami causado por uma erupção vulcânica no ano de 1883, quando a pequena ilha vizinha de Krakatoa explodiu seu vulcão interior.
[editar] Ameaças futuras
Em
2001, cientistas previram que uma futura erupção do instável vulcão
Cumbre Vieja em
La Palma (uma ilha das
Ilhas Canárias) poderia causar um imenso
deslizamento de terra para dentro do mar. Nesse potencial deslizamento de terra, a metade oeste da ilha (pesando provavelmente 500 bilhões de toneladas) iria catastroficamente deslizar para dentro do oceano. Esse deslizamento causaria uma
megatsunami de cem metros que devastaria a costa da
África noroeste, com uma tsunami de trinta a cinqüenta metros alcançando a costa leste da
América do Norte muitas horas depois, causando devastação costeira em massa e a morte de prováveis milhões de pessoas. Especula-se também acerca da possibilidade de tal cataclisma atingir a costa norte brasileira, fato que desperta a preocupação de algumas autoridades, tendo em vista a inexistência de qualquer mecanismo de prevenção de tsunamis no Brasil.
[14][15]
[editar] Ver também
Referências
[editar] Ligações externas